30
Dez 08

"Certos tweets estão destinados ao falhanço!"

 

É este o "slogan" de mais um aplicativo ligado ao Twitter, mais uma ferramenta que promete dar que falar, numa perspectiva de coisa engraçada.

A ferramenta recolhe os tweets que têm mensagens que, sinceramente, são ou absurdas ou de uma burrice levada ao extrema, numa forma acéfala incrível.  O dm fail  visa procurar mensagens que inicialmente seriam direct message [d] mas que por engano foram post'adas no Twitter.

O método de captura destes tweets engraçados não é muito explícito, já que a busca feita por "dm" em vez de "d" pode não ser tão prática como se espera, isto é, que se descubra logo os DM FAIL Tweets.
 

Dica de ppinheiro76 on Twitter



Mais sobre o Twitter aqui

historiado por vanessaquiterio às 12:05
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29
Dez 08


* Parte de trabalho académico sobre “Microblogging e a questão da ética nas novas formas de informação e difusão de conteúdos”. [Cadeira de Deontologia da Comunicação, ESEC, Dezembro de 2008]


“A difusão de informação por meios alternativos está, cada vez mais, a ganhar terreno perante os meios mainstream. Por esta designação de meios de comunicação mainstream estão abrangidos os meios comuns de difusão informativa, sendo eles os jornais, a rádio, a televisão e a internet.

Remontando um pouco às origens da informação, tudo começou com a necessidade do Homem comunicar com os restantes seus semelhantes já desde o aparecimento da espécie. Em três pontos essenciais da evolução comunicativa, destacamos a escrita na Grécia Antiga, o aparecimento da Imprensa com Gutenberg no ano de 1455 e a Revolução Industrial nos meados do século XVIII. Estas mudanças comparáveis, isto é, de uma crescente gradação e interligadas entre si, antecederam às tipologias modernas de comunicação a que assistimos hoje em dia.

A criação de paradigmas que desmistificam e desmontam as teorias comunicacionais foi, ao longo dos tempos, parte integrante da evolução da sociedade industrial para uma sociedade do conhecimento, em rede e digital. Suporto estas afirmações com o discurso proferido por Rosental Alves, professor na Universidade do Texas/Austin e que apresentou a comunicação “Tendências do Jornalismo para a Emergente Sociedade em Rede” no I Congresso Internacional de Jornalismo na Universidade do Porto (CCIBER) no dia 12 de Dezembro de 2008. “Assistimos neste momento à evolução do Homo Sapiens para um Homo Network” […] onde as pessoas estão a ganhar poder na rede”. Também Beth Saad, conferencista brasileira presente no Congresso explorou o impacto das ferramentas da Web 2.0 nos media sociais, referindo que “neste momento as mensagens, a produção dos conteúdos noticiosos e os seu seus consumidores estão interligados”, dando uma maior ênfase à participação consciente dos utilizadores da Web 2.0, a internet caracterizada por ser mais dinâmica e mais social.

Segundo Tim O'Reilly, fundador da O'Reilly Media e do termo Web 2.0, o conceito expressa “a mudança da internet como plataforma e para um entendimento das regras para obter sucesso. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência colectiva.”

Desde 2004, ano em que surgiu este conceito, as relações entre utilizadores e os conteúdos informativos ganharam um novo rumo e, com tudo isso, apareceram novas formas de colocar em comum as informações do mundo. Uma nova esfera apareceu. Em redes, as novas comunidades virtuais desenvolveram novos aplicativos que saciassem as necessidades de interacção e melhor potenciassem a emergente partilha em tempo real.

O feedback quase instantâneo tomou e toma uma importância determinante nos dias que correm. A blogosfera, sítio de actuação de profissionais das diversas áreas bem como de anónimos utilizadores, absorveu durante os últimos dois anos milhares de agregadores e de novos entusiastas da Web 2.0. A escala colaborativa fez com que a uma nova era surgisse, a era do receptor que também é emissor e que utiliza como moeda de troca a informação recebida e que igualmente difunde no contexto do microblogging.

Ferramentas colaborativas e de génese partilhada como os blogs, o Facebook e o Twitter são, neste momento, as fontes de mudança no panorama da informação. Utilizadores anónimos, os somente receptores de outrora, aliam-se à realidade evolutiva e integram-se nas redes comunicacionais. A Web torna-se assim uma plataforma de discussão e de constante mudança, proporcionando ainda mais colaborações.”

 

historiado por vanessaquiterio às 20:06

Ainda a pouco discutia com um amigo, via Twitter, a questão de que 2009 será ou não um ano de mudanças para os media tradicionais face à crescente utilização e proliferação da internet.

Vindo estas considerações de Jovens, utilizadores de internet, com participação activa tanto em blogues como em redes de microblogging (por exemplo o Twitter), e dos demais aplicativos de redes sociais, esta parece-me uma questão pertinente.

Será 2009 o ano da MUDANÇA? A preconizada alteração dos hábitos comunicativos, onde todos destacam o “boom” da utilização da internet e a queda dos meios mainstream?

Deixo aqui um pequeno texto reflectivo, parte de um trabalho académico sobre “Microblogging e a questão da ética nas novas formas de informação e difusão de conteúdos”. Parte de um princípio emergente nas sociedades contemporâneas, a da crescente importância e necessidade de trabalhar em rede e desenvolver competências online.

Espero feedback, bem como da nota avaliativa desta pequena dissertação académica, que me custou algumas dores de cabeça. Pela simplicidade do trabalho mas complexidade do tema.

Dica das conversas entre/com @albanoalfredo e @RTPN

Follow me on Twitter http://twitter.com/vanessaquiterio

 

historiado por vanessaquiterio às 20:05



Dedicando o dia de hoje às questões de inovação tecnológica e aos novos paradigmas comunicacionais, avanço uma dica dada pelo @albanoalfredo via Twitter.

Desde o ano de 1999 que o Centro de Competência da Universidade do Minho (UM) aposta na discussão do avanço das tecnologias da Informação e analisa o desenrolar destas novas concepções no contexto educacional, científico e nas relações inter-pessoais, em sociedade.

A partir de então a UM proporciona a estudantes, investigadores, professores e formandos uma série de conferências multidisciplinares de promoção e discussão sobre as novas dinâmicas tecnológicas no contexto educativo.

Em 2009 assinala-se o 10º aniversário desta iniciativa, tendo lugar nos dias 14 e 15 de Maio a
VI Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Challenges 09, dedicada ao tema Aprendizagem (In)Formal na Web Social.

As inscrições para o evento decorrem até dia 31 de Maio de 2009 e o prazo para a submissão de trabalhos/comunicações é até 28 de Fevereiro.


 

historiado por vanessaquiterio às 18:03

28
Dez 08

Pelos dias 23 e 24 de Janeiro de 2009 tem lugar em Hamburgo, na Alemanha, o MBC09 – Microblogging Conference – encontro que reúne profissionais e curiosos deste serviço em expansão em todo o mundo.

Este é o primeiro evento do género, que tem como objectivo discutir e tornar comuns os conceitos que rondam o microblogging, numa perspectiva aberta de partilha de soluções e experiências. Twitter, Laconi.ca, identifi.ca, Jaiku, Pownce, Plurk & Co. são as plataformas em discussão nos dois dias de conferência.

Os workshops e sessões plenárias são em Inglês e Alemão, e o evento diz-se ser sem intenções comerciais. Como explica o sítio online “the MBC09 is a purely private event without commercial intentions. The revenues from ticket sales and sponsors are intended solely to cover the costs for an adequate venue and meeting rooms, conference equipment and catering for all with breakfast, lunch, dinner buffet with party and other smaller expences.”

historiado por vanessaquiterio às 23:39
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Seguindo uma dica do Ponto Media, o blog do jornalista António Granado, acabo de descobrir mais um utilitário ligado ao serviço de microblogging Twitter.

Surge agora uma nova ferramenta, a de ver em “forma de árvore” todas as ligações que fazemos com os nossos followers. Entram no nosso campo visual e página pessoal do Twitter todos os conteúdos externos que são feitos na nossa rede através do twitpic, friendfeed, youtube, Flickr, bem como as links directas que são colocadas nos tweets que são trocados.
 

Esta maneira simples de estarmos ocorrentes de todos os movimentos feitos entre os nossos followers e followings é a forma cómoda de ver tudo em tempo real, sem ter que andar a clicar de conta em conta. Numa análise assim meio a frio, parece-me que pode ser uma ferramenta interessante de explorar; tem a vantagem de facilitar o conhecimento rápido do que se passa na nossa twitter’social network  mas também numa contrária perspectiva, pode torna-se aborrecida por ser fácil demais saber tudo, matando o “bichinho” da curiosidade de clicar insanemente em busca da dica do amigo do amigo que tem um amigo que tweet’ou uma coisa qualquer.
Birds in a tree in http://tweetree.com/




 

historiado por vanessaquiterio às 21:41
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Este post vem em resposta ao comentário de um colega blogueiro a um post meu, "No comunicar é que está o ganho". Ele questiona me como consegui o estágio no Jornal PÚBLICO.  Para esclarecer esta dúvida, publico em primeiríssma mão os procedimentos a ter para se alcançar tamanha oportunidade.

Eis então os passos a seguir:

 

1º - Não pensar que os três anos de curso são a única formação que podemos ter para vir a ter uma profissão

 

2º - Não é preciso ir às aulitas todas; isso só moi a cabeça

 

3º - Ser-se interessado por actividades extra-currículares: No meu exemplo, entrei para o Jornal Universitário de Coimbra A CABRA, onde sou redactora para as edições quinzenais, e directora-executiva (um pouco apagada das obrigações) do sítio online. 

 

4º - Sempre que possível ler e estar actualizado/a sobre as coisas exteriores ao curso para não se correr o risco de se ser um "burro de palas" que só debita a matéria que apanha nas aulas

 

5º - Sempre que se ouvir bocas de outros por se organizar actividades extra-curriculares ou por nos meter-mos em organismos da instituição escolar (do género AE's, representações de alunos), passar ao lado dessas ditas bocas e simplesmente ter o orgulho de se ser um visionário

 

De resto só devemos apostar numa formação multiplataforma, não nos singirmos simplesmento à escrita, ou tv ou rádio - no meu caso - e querer abranger um nível de conhecimento universal.

 

Para quem dúvida ou questiona do meu estágio, simplesmente foi um reconhecer de um caminho um pouco sinuoso na minha formação académica. Para ter este currículo deixai de estar com amigos, perdi muito deles, deixei muita noite de copos e noitadas por Coimbra.

Mas no fim valeu a pena.. vamos a ver se compensa lá pelo Porto e se estarei à altura de tamanha oportunidade.

historiado por vanessaquiterio às 01:07
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25
Dez 08

Eis a minha nova página no Twitter.

Apeteceu-me fazer diferente, parvoar um pouco. E até gosto. EEH EEH.

 

historiado por vanessaquiterio às 21:40
sinto-me:
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Têm de ver este link  http://www.tvnet.pt/noticias/detalhes.php?id=38236

É a vergonha viva de que quem não percebe do assunto não deve sequer arriscar..

Neste caso, um caso vergonhoso de mau jornalismo. Nem sei bem se deva categorizar esta pequena notícia online de jornalísticamente aceite. Quem a redigiu ou, não sabe escrever ou é um tótó de primeira! MAS QUEM É QUE PUBLICA NOTÍCIAS ONLINE, CHEIAS DE ERROS E MAL ESTRUTURADAS?

Estou estupidificada. Muito mais sabendo como funciona isto de informação online, estando n'A CABRA e fazendo notícias para o online com alguma regularidade.

Oh my God!

 

Dica do @alexgamela via twitter

historiado por vanessaquiterio às 19:02
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Estudar Comunicação sem ser comunicador é o mesmo que jogar pingue pong sozinho.

Sem se ter receptor, sem se fazer ouvir e ser ouvido é o mesmo que matar por completo o acto de dar a conhecer o que nos rodeia, aniquilar por completo a comunhão que é a troca de ideias e conhecimentos.

O jornalismo está por toda a parte e apresenta-se nas diversas maneiras e conteúdos. O cinema, a sétima arte aclamada por todos, em muito contribuiu para o espalhar deste conceito e mostrar o que aconteceu ou poderá acontecer. Cria milhentas oportunidades e situações que nos alertam e inquietam.

 

A terminar este meu ciclo de estudos superiores, acho que começo a ficar um pouco reticente.

Ao longo destes três anos de curso muito aprendi, não totalmente à custa das horas passadas em aulas, mas em outras coisas que fiz extra-curriculares e também as que deixei por fazer. Essas também me ensinaram algo, já que tive de fazer escolhas e discernir no que possivelmente seria melhor.

 

A começar uma nova etapa, o ESTÁGIO no JORNAL PÚBLICO, a partir de Fevereiro, novos horizontes se vão abrir e novos desafios vão surgir. Não sei ainda se estou ao nível de tamanha aposta. Foi um sonho concretizado. Penso nisto depois! Agora quero é deixar-me levar no resto do processo comunicativo que me falta, dar o feedback a que me sujeito ainda: os exames, as provas finais da conclusão deste semestre que foi tudo menos linear...

 

Without comments

 

 

historiado por vanessaquiterio às 18:11

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Vanessa Quitério
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