31
Dez 10

 


Não fujo muito ao que costumamos ouvir por estes dias, num "Novo Ano, Vida Nova", "Bom Ano Novo" ou "Boas Entradas". Para mim, passagem de ano resume-se a uns meros segundos, meras badaladas que separam 365 dias, esses sim, vividos de forma intensa, cansativa, alegre, demorada e intencional. Os novos dias, a estrear, são imaturos nas primeiras horas, porque são encarados com o vigor de algo que se estreia e se quer muito que resulte. Por isso, para mim, um novo ano não passa mais do que a intenção de o ser, novo, pronto para reformulações, decisões, em tentativas sucessivas de se melhorar em relação aos anos transactos.


Em 2011 espero simplesmente que resulte, que seja sempre melhor que 2010, mais alegre, com mais vivacidade, sem menos erros. O resto, vai acontecendo naturalmente. E assim é que tem de ser.

 

Novo ano, moleskine nova.

A todos um bom 2011!
Vanessa



historiado por vanessaquiterio às 16:44
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30
Dez 10

Balanços e ponderações sobre o ano de 2010. Faço-o de forma simples e numa intenção de recordar. Porque um novo ano, a estrear está prestes a surgir, e é esse que tenho de enfrentar.


- Entrei no ano de 2010 a fazer vinte e dois anos


- Terminei de tirar a carta de condução e comprei um carro


- Depois de cinco exames à cadeira de Deontologia da Comunicação Social, terminei o curso e licenciei-me


- Continuei no Alentejo e concluí um ano e meio na tarefa de professora de EMRC


- Ganhei novos amigos, conheci muitas pessoas e enriqueci-me como pessoa no que toca a relações inter-pesoais


- Amargurei-me com o jornalismo, apaixonei-me ainda mais e continuo de coração apertado pela prática que se mostra no nosso país


- Consegui ir a imensos concertos: Gotan Project, Fat Freddys Drop, Rodrigo Leão, Dead Combo, A Naifa, Optimos Alive, Delta Tejo e muito jazz


- Apaixonei-me, fui feliz e depois tudo voltou ao que deveria sempre ser: um nada


- Entrei para um novo curso na Universidade Católica Portuguesa mas desisti ao fim do primeiro mês


- Regressei ao Porto, revi amigos e maior ficou a vontade de um dia viver na Invicta


- Andei de mochila às costas, fiz escala em Lisboa, Porto, Évora, Beja, Leiria, Santarém, Coimbra


- Fiz parte de eventos como Upload Lisboa e Switch Conference


- Ouvi muita música, comprei discos e continuei a querer ler muitos mais livros


- Participei em conferências, discusões, escrevi em blogues sobre jornalismo e comunicação


(...)


Se me lembrar de mais alguma coisa, depois acrescento aqui a esta lista :D

historiado por vanessaquiterio às 13:44
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26
Dez 10

A cinco dias de terminar o ano de 2010, começa na minha cabeça - e nas demais cabeças de qualquer comum dos mortais - a catadupa de balanços e avaliações ao que fiz, ao que não fiz e deixei de fazer.


Ainda não sei que avaliação dar aos últimos doze meses, aos 360 dias passados nesta pele e nestes vinte e dois anos de gente de metro e meio. Ainda não sei, numa escala de zero a cinco, como quantificar este ano terminal.


Altos e baixos, coisas boas, maravilhosas, desastrosas e tristes marcaram as minhas decisões e caminhos, viagens e sonhos. Vou pensar sobre o assunto e tentar analisar a frio tudo o que se passou. Decerto que é sempre positivo porque a vida faz-se de experiências, de vivências e acima de tudo, de vida. Bem haja!

historiado por vanessaquiterio às 20:39
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24
Dez 10

A todos os que acompanham este espaço

UM FELIZ NATAL

 

historiado por vanessaquiterio às 17:18
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21
Dez 10

Olhem a minha cara de espanto quando me apercebo que já tenho um boneco, qual contra-informação, representativo da minha vivência/experiência como menina do twitter. Amazing! Cortesia da colega da EBI de Amareleja, Gato-Quadrado. Espreitem os outros trabalhos dela, recomendo.

 

 

historiado por vanessaquiterio às 18:11
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17
Dez 10

[encontrado escrito algures nas minhas memórias]


"O sentimento de perda é maior que qualquer representação física do mais comum dos mortais. Não existe tamanho ser que contenha em si só o sentimento vil da derrota interior, exterior guerra do querer e não ter, poder, agir... É sempre mais difícil ser coerente com todos os botões do casaco, na humana função de prender e fechar. É sempre mais complicado ceder a pressões, agarrar o que parece fugir e acima de tudo enfrentar a realidade. Eu tentei ser isto tudo, derrotar-me em vontades e quereres, e sorrir (para ti). Afastei-me dos meus medos e aninhei-me nos teus, só para te sentires protegido. Quis ser do tamanho do mundo mas mal te cheguei aos calcanhares. Na sombra sempre soube que mais dia menos dia te ias esquecer das promessas entre beijos, tornar  o tão cor-de-rosa mundo novo, que de negro se foi camuflando. Só tenho pena do depois... da imagem que ficou, do nada desnecessário desprendimento. Da negligente atenção, da infrutífera tentativa de luta, das palavras pouco sóbrias, injustas e nada amistosas. Nunca me faltaste ao respeito, mas cada atenção desmotivada mostrou a verdadeira verdade de tudo. E foi o fim!"

 

historiado por vanessaquiterio às 21:18
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16
Dez 10

Hoje, como em quase todos os dias, acordei contra o mundo.. deslocada, em órbita completa.

historiado por vanessaquiterio às 14:03
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15
Dez 10

Do passado ficam sempre boas recordações.

De quem se gostou, de quem marcou, de quem por muito pouco que seja, deixou uma presença.

Do passado ficam sempre as andanças mais que devidas,

De quem por momentos nos preencheu um espaço e o deu.

[Num mal ou bem intencionado querer]

 

Neste momento não desejo que o passado volte, que apareça ou se vislumbre.

Prefiro que continue nesse estado de 'passado', sem sombras e terminado em sim mesmo. Porque neste momento preciso de uma linha esticada, firme e que me deixe passar em equilíbrio.

 

Uma linha que não se parta e me deixe no chão... Tenho dores ainda que custam a atenuar. Porque faz parte da vida levar ulgumas pancadas, alguns arranhões, mazelas que se esperam.

 

Do passado ficam sempre boas recordações.

Podem ser do dia de ontem, já o são passado.

Por isso prefiro esperar por cada novo dia, e olhar para ele no dia seguinte.

Esses passados são menos perigosos e deixam menos mazelas!

historiado por vanessaquiterio às 23:00
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11
Dez 10

Esta semana foi atribulada.


Mais que isso, foi viajada, num rumar a norte para o II Congresso Internacional de Ciberjornalismo, no Porto, e num regresso a Lisboa, para colocar de pé mais um dia de discussão acerca da web e comunicação, no (tão meu) Upload Lisboa.


No #cobc integrei a equipa de produção de conteúdos, onde tuittei e escrevi duas peças para o blogue do evento.


Confesso são duas paixões fortes. O jornalismo e a sua discussão - no desejo de me melhorar como profissional da informação - e a criação/organização de eventos que possam promover algo a que muitos de nós ainda não estão habituados - sair do comodismo e dos dados adquiridos, do pouco discutível e da base fácil de opinar sem experimentar.


Confesso que sou (um pouco) feliz com estas paixões. São me fiéis, andam sempre comigo e por mais longe que possa estar do seu cerne, nunca me negam apoio. São duas paixões daquelas intrínsecas, pessoanas e que alimentam. Quase na lógica do "quanto mais me bates, mais gosto de ti".

Mas se assim não fosse quem era eu, esta Vanessa que se conhece sempre de mochila às costas, que trabalha com amor à camisola e que não se importa de dormir nas entre-linhas disto.


Podem ler uma bonita opinião do Pedro Jerónimo sobre mim, neste contexto.


Quem seria eu se não estivesse de barriga cheia com este amor maldito, que para emprego me gera zero oportunidades estáveis, de conduta na área da comunicação e não os tapa-buracos que tenho feito?


Sinceramente, neste momento, não sei quem sou e o que posso ser. Sair de mais uma edição do Upload Lisboa lembrou-me que as paixões alimentam o espírito e a alma, mas não uma sobrevivência económica muito desejável neste momento e necessária.


Sim, sei que tenho 22 anos.. tudo é ainda tão verde e mutável. Mas eu estou apaixonada por duas coisas que, por muita pena minha, agora só me fazem sofrer.

 

foto da amiga Flávia Paluello

 

 

historiado por vanessaquiterio às 20:39
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09
Dez 10

A nova geração vai ter que inventar uma nova sociedade em que os seus filhos se possam realizar e ser felizes. Eis um desafio forte que pode ser visto como uma ameaça, mas também como uma enorme oportunidade.


Apanhei este texto entre tweets. Deixo a dica para o lerem. É importante percebermos porque é que a geração que se segue estará pior colocada em termos de sobrevivência, estabilidade e acima de tudo decência de vida. Será uma geração sem rede, como afirma Carlos Zorrinho no blogue Fazer Acontecer.


Por favor leiam!

historiado por vanessaquiterio às 00:16
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Vanessa Quitério
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